Conheça 7 festas populares e danças do Pará

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 Conheça 7 festas populares e danças do Pará

(ESTENDER +500) Conheça 7 festas populares e danças do Pará

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Viajar é uma oportunidade única de visitar novos lugares, mas também de conhecer diferentes pessoas e suas manifestações culturais. É uma experiência que traz novas visões de mundo, além de uma enorme bagagem de aprendizado — principalmente quando se trata de regiões com uma riqueza de atrações artísticas, como as famosas festas populares e as danças do Pará.

Cravado em plena região amazônica, o Estado apresenta belos cenários, como Alter do Chão, com destinos turísticos deslumbrantes. E também há uma grande variedade de manifestações culturais, que atraem milhares de turistas de todas as partes à região, todos os anos.

Se, além de ter a experiência de viajar para um local em que você e sua família estarão em contato direto com a natureza também exista interesse em saber mais sobre festas populares e danças tradicionais do estado do Pará, acompanhe abaixo a seleção de manifestações que fizemos.

1. Arrastão do Pavulagem

Há mais de 30 anos, o Arrastão do Boi Pavulagem é responsável por realizar uma quadra junina — uma das festas mais populares do País — e arrastar um público entusiasmado pelas ruas de Belém.

O evento teve início com um pequeno grupo de músicos, dançarinos, bonecos pernas-de-pau e foliões que convidavam a população a brincar e homenagear o Boi-Bumbá, tradicional figura da cultura paraense. O siriá, o carimbó, os xotes e as toadas de boi são os ritmos que cadenciam as festividades e dão o tom ao arrastão.

As danças, os cantos e os ritmos, misturados com todos os elementos da comemoração, têm a missão de reunir e alegrar toda a cidade, valorizando ainda mais as tradições e a cultura da Amazônia.

2. Círio de Nazaré

Centenária e tradicional, a celebração do Círio de Nazaré é um evento realizado anualmente, sempre no segundo domingo do mês de outubro, em Belém. É a maior manifestação religiosa católica do Brasil e reúne cerca de dois milhões de pessoas, em todos os cultos e procissões.

Alguns estudiosos consideram a procissão religiosa, que teve início em 1792, uma das maiores do planeta. Para muitas famílias do estado, a importância do evento é tão grande que muitos o chamam de “Natal dos Paraenses”, mesmo para alguns que não se declaram como católicos.

A devoção à imagem de Nossa Senhora de Nazaré teve início ainda no século XVII, com a pregação dos padres jesuítas que atuavam na região norte do Brasil. A imagem da santa teria sido encontrada por um caboclo em um igarapé.

A romaria começa na sexta-feira, quando a imagem da padroeira é levada da capital até as cidades vizinhas de Marituba e Ananindeua. No dia seguinte, a santa é levada até o distrito de Icoaraci, em uma procissão fluvial. Depois a imagem retorna a Belém, para o último traslado, no domingo.

A festa do Círio de Nazaré vai além da devoção, reunindo na cidade diversas manifestações ao longo do fim de semana, com danças, cortejo e apresentações de música e teatro.

3. Marujada de Bragança

A Marujada de Bragança é uma dança de caráter religioso, apresentada em três diferentes ocasiões no município de Bragança, a aproximadamente 230 km de Belém, como forma de celebrar a criação da Irmandade de São Benedito.

Ela teve início a partir do pedido de escravos aos seus senhores brancos. Eles solicitaram a organização de uma Irmandade e foram atendidos, dando origem à primeira festa de louvação a São Benedito. Como forma de reconhecimento e agradecimento a seus benfeitores, os negros então saíram pelas ruas parando, de casa em casa, para dançar.

A Marujada é composta por mulheres que dançam, organizadas em duas filas, ao som do retumbão e de outros instrumentos, como tambores e violinos, tocados pelos homens. Os homens e mulheres, que recebem os nomes de marujos e marujas, dançam pela cidade, reproduzindo o movimento de um barco na água.

A homenagem a São Benedito é realizada no dia do Natal (25 de dezembro), na comemoração da Irmandade de São Benedito (no dia 26) e em 1º de janeiro.

4. Mascarados de São Caetano de Odivelas

Personagens típicos da cultura do município localizado no nordeste do Pará, os bois de máscara ganham as ruas de São Caetano de Odivelas numa espécie de carnaval junino. Ao som do frevo, os participantes colocam o boi na folia acompanhado de outras figuras tradicionais da região, como os vaqueiros e os bonecos cabeçudos.

A solenidade teve início na década de 1930, quando um grupo de pescadores teve a ideia de levar o boi para as ruas da cidade. A iniciativa fez tanto sucesso que, de lá para cá, o evento só cresceu e, além de entrar para o calendário junino, também se transformou em arrastão de carnaval.

Hoje, as tradicionais quadrilhas e os grupos folclóricos abrem espaço para o Boi de Máscara, que leva muita música e dança ao alegre e irreverente público.

5. Carimbó de Marapanim

Considerado patrimônio cultural imaterial da cultura brasileira, o Festival de Carimbó valoriza e homenageia esse ritmo tão tradicional do estado do Pará. Realizado no município de Marapanim, no mês de maio, o evento reúne uma extensa programação musical, além de apresentações de dança e artesanato local.

Durante o festival, a cidade vive e respira o carimbó, que se mantém vivo graças à entrada de jovens integrantes nos tradicionais grupos musicais. Acompanhados de tambores, banjos e curimbós — instrumento que originou o ritual — os integrantes cantam, dançam e celebram essa tradicional manifestação cultural.

O traje é simples: mulheres usam colares coloridos e uma flor no cabelo, vestem uma saia rodada com estampas florais, blusa de branca com ombros de fora. Já os homens usam um chapéu de palha (opcional) e vestem uma camisa estampada e calças de cumprimento curto, estilo pescador. Os pés de ambos ficam descalços. Além de Marapanim, a tradição da dança do carimbó é muito antiga no município de Vigia.

6. Festival das Tribos Indígenas de Juruti

Realizado no município de Juruti, o Festribal atrai milhares de pessoas todos os anos para assistir à apresentação e à disputa das tribos folclóricas Muirapinima e Munduruku.

O evento é realizado no mês de julho e retrata a cultura indígena em forma de música, alegorias, danças, rituais e arte cênica. Os grupos possuem grandes estruturas teatrais, efeitos de som e luz, além de fantasias repletas de cores e movimentos — sendo avaliados pelos jurados em diferentes elementos, entre eles, os itens individuais, como a índia guerreira, o pajé e a guardiã da tribo.

7. Festa do Çairé e do Borari

Embalada com muita música e dança regional, a Festa do Çairé é um espetáculo que ocorre há mais de 300 anos, no distrito de Alter do Chão, em Santarém. Durante a festa, ocorre a encenação da disputa entre os botos cor-de-rosa e o tucuxi.

Destaque no turismo da cidade, o festival é uma manifestação religiosa da cultura indígena na Amazônia. Realizado no mês de setembro, atrai inúmeros turistas todos os anos para prestigiar e se encantar com essa festividade repleta de significados.

Antes, em julho, a vila celebra o Festival do Borari, que relembra a cultura e a memória dos primeiros habitantes da região, os índíos Borari, por meio de danças e comidas típicas.

Conhecer as belezas naturais do estado, as festas populares e as danças do Pará vai ser uma experiência única e inesquecível, para você e toda a sua família!

Prestigiar essas manifestações e expressões culturais é também importante para a preservação da cultura paraense. Se você gostou das nossas sugestões e quer saber mais sobre esse estado e outros destinos da região Norte, curta a nossa página no Facebook.

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