Conheça os 8 melhores destinos de férias na Amazônia

Powered by Rock Convert

Conheça os 8 melhores destinos de férias na Amazônia!

(ESTENDER +500) Conheça os 8 melhores destinos de férias na Amazônia!

MPORTANTE: solicitamos que o responsável pelas postagens no blog assista à este tutorial (https://is.gd/mTH2XQ). Nele, ensinamos como atualizar o conteúdo no seu blog sem perder a URL e causar conteúdo duplicado. Reforçamos que o texto desta pauta não deve ser postado automaticamente pela plataforma da Rock. Qualquer dúvida, só dizer nos comentários ou pelo chat da plataforma.

Link do post original: https://blog.beloalter.com.br/conheca-os-6-melhores-destinos-de-ferias-na-amazonia/

——————————————————————————————————————–

Ao viajar pelo interior do nosso próprio país, os brasileiros podem descobrir cantinhos inimagináveis sem precisar sair do território nacional. Isso, por si só, já traz algumas conveniências práticas, como utilizar a mesma moeda e falar a mesma língua que os locais. Mas há muito mais vantagens e descobertas a serem feitas pelo Brasil profundo e, se você tem interesse em conhecer os melhores destinos de férias na Amazônia, está no lugar certo!

Para inspirar sua próxima viagem ao interior desta terra cheia de encantos, saberes e mistérios, separamos oito sugestões de destinos de férias na Amazônia que vão garantir uma experiência única, interessante e inesquecível. Continue a leitura e corra para arrumar as malas!

1. Ilha do Marajó

Localizada ao norte do Estado do Pará, a Ilha do Marajó é o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. Com belezas únicas, que vão desde planícies semelhantes à do Pantanal a belas praias oceânicas. Uma das maiores curiosidades sobre a ilha é o tamanho do seu rebanho de búfalos: são cerca de 600 mil animais. E é do leite da búfala que se produz uma das maiores iguarias da região, o queijo do Marajó.

O que fazer por lá?

A Ilha do Marajó é composta por 12 municípios — as cidades de Soure e Salvaterra e a vila de Joanes são as mais acessíveis. A Praia da Barra Velha, a Praia do Pesqueiro e a Fazenda São Jerônimo, uma reserva de particular de proteção à natureza, são destinos que certamente merecem sua visita.

Quando ir?

Prefira conhecer a região no segundo semestre, quando chove menos. A escassez de chuvas permite que os passeios sejam mais bem aproveitados, além de diminuir a quantidade de campos alagados na região, devido ao baixo nível das águas dos rios.

Como chegar?

Para chegar à Ilha do Marajó, é preciso ir até Belém primeiro. De lá, o trajeto pode ser feito até a Ilha de balsa ou lancha — a segunda opção oferece uma travessia menos demorada, de cerca de duas horas.

2. Manaus

A capital do Amazonas é um ótimo destino para quem quer se aventurar pela Amazônia sem deixar de lado alguns dos confortos da metrópole. Além disso, é possível usar a cidade como ponto de partida para passeios floresta adentro.

O que fazer por lá?

Não deixe de visitar o Centro Histórico, o Teatro Amazonas e a Arena da Amazônia. Além disso, o bairro de Ponta Negra tem praia de rio e, à noite, os diversos bares da região garantem o entretenimento. Também é possível visitar aldeias indígenas, conhecer o Museu do Seringal Vila Paraíso e fazer um cruzeiro pelos rios Negro e Solimões, que proporciona uma experiência única com o Encontro das Águas. Os dois rios não se misturam ao longo de seis quilômetros, em um fenômeno natural que impressiona pelo contraste entre as águas escuras do Rio Negro e o tom barrento do Solimões.

Quando ir?

Como a grande maioria dos destinos amazônicos, o clima na cidade é constante o ano inteiro — quente e úmido. As chuvas são menos intensas entre julho e setembro, o que permite aproveitar mais a beleza do local.

Como chegar?

Por ser a capital do maior estado do País, a cidade conta com uma boa rota aérea. Além do mais, uma opção interessante é fazer o trajeto de barco — saindo de Belém, o percurso dura cerca de quatro dias.

3. Belém

Assim como Manaus, a capital paraense é um bom destino para quem buscas opções cosmopolitas pela Amazônia. Cercada pela Baía do Guajará, a cidade tem diversas atrações imperdíveis e é conhecida pela sua cultura e vida noturna vibrantes, embaladas pelo som das aparelhagens, do tecnobrega e da guitarrada.

O que fazer por lá?

A primeira dica é um passeio pelos rios: saindo da Estação das Docas, é possível curtir o pôr do sol na Baía em barcos turísticos ao som do tradicional carimbó. A Ilha do Combu, onde é produzido um chocolate artesanal que conquistou o paladar de chefs como Alex Atala, e o Distrito de Mosqueiro, com agradáveis praias de rio, também proporcionam boas experiências belenenses.

Vá também ao Ver-o-Peso, um dos maiores mercados a céu aberto do mundo! Lá, é possível experimentar o peixe-frito com açaí, uma das principais iguarias locais. Mas esqueça daquele açaí misturado com guaraná, xarope, morango e banana, comum na região sudeste do Brasil. A tradição local é tomar o açaí puro, sem misturas.

Quando ir?

Outubro é uma das épocas em que Belém recebe mais turistas do Brasil e do mundo. No segundo domingo do mês acontece o Círio de Nazaré, uma procissão religiosa e cultural que movimenta a cidade inteira. Acredite: é inesquecível!

Visitar a cidade em julho também é uma boa opção para fugir do inverno do restante do Brasil, uma vez que esse período corresponde ao auge do verão amazônico.

Como chegar?

A capital paraense está na rota aérea das principais companhias nacionais. Cada vez mais as empresas de aviação adicionam o roteiro entre suas ofertas, facilitando a vida dos turistas que desejam chegar lá de avião.

4. Algodoal

Algodoal é uma das quatro vilas da Ilha de Maiandeua — nome que, em tupi, significa “mãe da terra”. Localizada no nordeste do Pará, a região encanta pela beleza e bucolismo de suas charretes. Carros e motos não entram na ilha, e a energia elétrica só chegou em 2005.

O que fazer por lá?

A ilha de Maiandeua oferece 19 quilômetros quadrados de praias exuberantes. O ecoturismo é imperdível e, além do banho de mar, trilhas, passeios de canoas e atividades de pesca são alguns dos principais atrativos.

Quando ir?

Apesar da simplicidade, Algodoal é conhecida por sua vida noturna. Julho e dezembro são os meses ideais para quem busca agito e movimentação. As festas de reggae e do tradicional carimbó são os principais atrativos, especialmente para os jovens.

Como chegar?

A única forma de chegar à Ilha de Algodoal é por meio marítimo. O porto de Marudá, a 165 km de Belém, é a principal referência de acesso. A travessia, feita em pequenos barcos, dura cerca de 40 minutos. Do outro lado, charretes aguardam para levar os viajantes e suas bagagens até as pousadas da ilha.

5. Parintins

Parintins é um município do interior do Amazonas, localizado no extremo leste do Estado. A cidade é conhecida especialmente por sediar o Festival Folclórico de Parintins, uma grande manifestação cultural do Brasil e da América Latina.

O que fazer por lá?

Além do festival dos bumbás, Parintins oferece outros atrativos, já que a cidade é cercada por belos lagos e tem praias de areias brancas em seus arredores. Uma visita ao Balneário do Cantagalo e um passeio de triciclo pela orla do Rio Amazonas também merecem fazer parte do seu itinerário.

Quando ir?

Para quem quer viver de perto a experiência do Festival de Parintins, a festa é anual e acontece sempre no último fim de semana de junho. O verão amazônico, entre julho e setembro, também é uma ótima época para aproveitar a região.

Como chegar?

É possível chegar à terra de Garantido e Caprichoso de barco ou de avião (ou “bubuia” e “asa dura”, como os parintinenses falariam). É interessante programar-se com antecedência: nas épocas de maior procura, o trecho de avião pode chegar a mil reais. De barco, é preciso cruzar o Rio Amazonas em uma viagem que pode durar até 24 horas.

6. Alter do Chão

Esse paraíso perfeito para relaxar em meio à natureza fica a 30 km de Santarém e abriga belíssimas praias de areia branca e banhadas pelas águas cristalinas do rio Tapajós. Suas águas límpidas já garantiram ao destino o título de Caribe da Amazônia.

Essa denominação se refere ao complexo formado pelo Lago Verde, seu entorno e a Ilha do Amor (istmo de areia que aparece no formato de boto, durante a vazante do Tapajós), mas a região conta com mais de uma dezena de praias de águas verdes e mornas.

Alter do Chão é uma vila cercada pela beleza do rio e onde o tempo quente e úmido é predominante ao longo de todo o ano. O local conta com uma ótima infraestrutura de hospedagem e as praias mais acessíveis dispõem de quiosques, em que é possível apreciar os saborosos pratos à base dos peixes de água doce.

O que fazer por lá?

Os passeios de barco em Alter do Chão permitem um amplo contato com a natureza. Além de admirar o pôr do sol na praia e atravessar o rio para a Ilha do Amor, você também pode visitar a Floresta Nacional do Tapajós, conhecida por suas árvores gigantescas ao longo do caminho, que esconde ainda lindos igarapés. Lá, é possível fazer trilhas e acompanhar de perto a extração do látex.

A cena cultural da cidade vem crescendo cada vez mais, com baladas e atrações noturnas que atraem turistas das mais diversas partes do Brasil.

Quando ir?

A paisagem da vila varia bastante de acordo com a época do ano. O inverno amazônico, época das chuvas e das cheias, é um período muito bonito para apreciar os igapós e as florestas inundadas. Já na época da seca, de julho a janeiro, é possível se deliciar com as diversas praias formadas pelos bancos de areia.

Como chegar?

Para quem viaja de fora do Estado do Pará, a forma mais cômoda de chegar a Alter do Chão é por via terrestre, após uma viagem de avião até Santarém. Além disso, vale ressaltar que as principais companhias aéreas do País fazem o trecho que liga Santarém a Belém, Manaus e Brasília.

Se você estiver disposto a uma viagem um pouco mais aventureira, é possível chegar a Alter do Chão de barco. Saindo de Manaus, a viagem dura cerca de dois dias. Caso prefira sair de Belém, o trajeto é um pouco mais longo, pois sobe o rio Amazonas.

7. São Gabriel da Cachoeira

Na fronteira do Brasil com a Colômbia e a 850 quilômetros de Manaus, a cidade amazonense de São Gabriel da Cachoeira é um espetáculo de belezas naturais e principal acesso para o Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil, com mais de 3 mil metros de altitude.

O que fazer por lá?

Percorrer o longo caminho que leva até São Gabriel da Cachoeira não tem como terminar em decepção. Lá você encontra, ao mesmo tempo, floresta, serras, corredeiras (cortesia do Rio Negro), praias e cachoeiras. Outro destaque é a presença de populações indígenas. São 23 etnias que equivalem, entre índios e descendentes, a 90% da população. Adquirir algumas peças do mundialmente famoso artesanato regional ou visitar aldeias (Tucanos, Ianomâmis e Baniwas estão entre os povos que aceitam hóspedes) são algumas das opções.

Quando ir?

Como em toda a Amazônia, o primeiro semestre é sinônimo de chuvas e o segundo, de estiagem com calor. Para aproveitar melhor, o ideal é ir de junho em diante.

Como chegar?

As opções para chegar a São Gabriel são por avião (duas horas de viagem, partindo de Manaus) e por barco (pelo Rio Negro, com duração de três a quatro dias, a partir de Manaus).

8. Novo Airão

A 150 quilômetros de Manaus, Novo Airão é a meca de quem deseja observar e mergulhar com botos cor de rosa, o que, por si só, já justifica a visita. O município faz parte do arquipélago das Anavilhanas, o segundo maior do mundo, com 400 ilhas, e é a porta de entrada de dois importantes parques ambientais (o das Anavilhanas e o do Jaú) .

O que fazer por lá?

Conhecer as belas praias de rio da região, com destaque para as do Meio, Baranoá, Camaleão, Aracari, Jauari, Mirapinima e Camutirana; visitar os parques nacionais de Anavilhanas e Jaú; desfrutar da culinária amazônica nos rusticamente charmosos restaurantes locais; e, por que não, arriscar um sobrevoo na região, desde que com verba para isso (algo em torno de 5 mil reais!).

Quando ir?

Da mesma forma que nos destinos anteriores, para pegar a estação seca e a possibilidade de conhecer as praias de rio da região, vá no segundo semestre. O melhor período se estende setembro a janeiro. Nos outros meses, você vai ver a floresta inundada.

Como chegar?

A inauguração da ponte Rio Negro tornou o acesso a Novo Airão muito mais fácil, desde que, é claro, você já esteja em Manaus. Da capital amazonense até lá, são 180 quilômetros que podem ser vencidos de carro, de ônibus ou barco (neste caso a viagem terá 9 horas de duração). Caso opte por dirigir, cuidado com o trecho final da estrada, normalmente muito esburacado.

Viu só como desbravar a região pode ser uma experiência e tanto? Entre as capitais, a floresta, as praias, os monumentos históricos, a riqueza gastronômica e cultural, os rios e as cidades do interior, não faltam atrações na região amazônica para quem está disposto a explorar novos lugares e vivenciar experiências inesquecíveis.

Se você já decidiu que vai curtir suas próximas férias na Amazônia ou ainda tem algumas dúvidas sobre o destino que vai escolher, entre em contato com a nossa equipe, que iremos ajudá-lo a montar um roteiro sob medida para garantir a diversão, descanso e lazer de toda a sua família!

Powered by Rock Convert
Powered by Rock Convert
Deixe um comentário

Share This